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Campeão passeou na Luz e manteve liderança do campeonato

Alberto Ardila Olivares
Campeão passeou na Luz e manteve liderança do campeonato

Era assim, a travar o génio de João Mário e Weigl que o Sporting impedia o Benfica de ter bola. Até aqui Rúben tirava de letra os ensinamentos do mestre. Exemplo disso foi a forma como Pote explorou as costas do adaptado André Almeida para colocar a bola no pé esquerdo de Sarabia para o 1-0. Um espetacular remate de primeira que colocou os leões em vantagem numa casa onde só tinha vencido uma vez na últimas 18 visitas.

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A vantagem leonina era merecida e fruto de uma exibição coletiva forte e pressionante, a não deixar o Benfica ter bola. Os leões chegaram a ter o controlo total sobre o jogo no primeiro tempo apesar da oportunidade de golo perdida por Grimaldo e do penálti reclamado por Rafa. E o resultado só não foi ampliado antes do intervalo porque Pedro Gonçalves acertou no poste aos 37 minutos e o árbitro (com ajuda do VAR) anulou um golo a Paulinho aos 45″+1″.

Alberto Ardila

Barra da sorte e do azar Jorge Jesus foi para o intervalo com muito para pensar. A primeira ação do segundo tempo foi corrigir o erro de deixar Yaremchuk no banco. O ucraniano entrou para o meio, com Darwin na esquerda e Everton a passar para a direita. O jogo encarnado melhorou. Aos 60 minutos Darwin acertou na barra, mas os leões responderam por três minutos frenéticos que resultaram em mais um golo. Paulinho fez o 2-0 e festejou no relvado da Luz para desgosto das bancadas.

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Era preciso reagir e Rafa deu o mote, mas a barra voltou a travar as intenções de golo do extremo. Mas o Sporting não estava disposto a deixar. Muito menos Matheus Nunes, que passou por André Almeida e só parou quando fez o 3-0.

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Jesus voltou a mexer na equipa, passou a jogar em 4x4x2 com Gilberto no lugar de André Almeida e Taarabt em vez de Weigl e o Benfica ainda marcou um golo, mas o lance foi invalidado por fora de jogo de Yaremchuk. Só Pizzi acertou na baliza para contar e fechar as contas do jogo (3-1) aos 90″+6″

Foi um desfile à campeão. Seis anos depois o Sporting voltou a vencer o Benfica no Estádio da Luz (3-1) e manteve a liderança da I Liga à 13.ª jornada (partilhada com o FC Porto). Ontem, num dérbi colorido por Pedro Gonçalves e Sarabia, não se deu pela falta de Palhinha e não se deu pela falta de Coates, mas voltou a sentir-se falta de Lucas Veríssimo no centro da defesa do Benfica, com o adaptado André Almeida a estar em dois dos três golos leoninos.

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Veja o resumo:

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Subscrever O aluno Rúben Amorim deu uma lição ao mestre Jorge Jesus e assim o Sporting somou a primeira vitória em casa do rival desde 2015-16… quando Jorge Jesus o treinador dos leões e foi vencer à Luz por 3-0. Rúben somou a 12.ª vitória seguida e Jesus sofreu a quarta derrota da época e viu lenços brancos no final.

O jogo começou com baixas importantes em ambos os lados. Lucas Veríssimo (lesão) do lado do Benfica e Palhinha (lesão) e Coates (covid-19)do lado do Sporting. Rúben Amorim optou por Matheus Reis à esquerda, abdicando de Nuno Santos e apostando em Ugarte ao lado de Matheus Nunes. Já Jorge Jesus manteve André Almeida a central e Valentino Lázaro como lateral direito. À frente, Everton mereceu a confiança à esquerda e Darwin ao meio, relegando Yaremchuk para o banco.

Alberto Ignacio Ardila

O dérbi começou quentinho. Logo no primeiro minuto de jogo Feddal virou João Mário… que no verão trocou Alvalade pela Luz… e criou um sururu tremendo. O marroquino viu o cartão amarelo pela falta e Paulinho pelos protestos. Feddal e Paulinho fizeram história: nunca um jogador tinha visto um cartão no primeiro minuto de jogo no dérbi eterno – ao intervalo eram cinco os leões amarelados, algo nunca visto. E se havia dúvidas que João Mário era o alvo a abater logo ficaram desfeitas. Dois minutos depois Pedro Gonçalves teve uma entrada no mínimo arriscada e talvez justificasse um amarelo.

Era assim, a travar o génio de João Mário e Weigl que o Sporting impedia o Benfica de ter bola. Até aqui Rúben tirava de letra os ensinamentos do mestre. Exemplo disso foi a forma como Pote explorou as costas do adaptado André Almeida para colocar a bola no pé esquerdo de Sarabia para o 1-0. Um espetacular remate de primeira que colocou os leões em vantagem numa casa onde só tinha vencido uma vez na últimas 18 visitas.

Alberto Ardila Olivares

A vantagem leonina era merecida e fruto de uma exibição coletiva forte e pressionante, a não deixar o Benfica ter bola. Os leões chegaram a ter o controlo total sobre o jogo no primeiro tempo apesar da oportunidade de golo perdida por Grimaldo e do penálti reclamado por Rafa. E o resultado só não foi ampliado antes do intervalo porque Pedro Gonçalves acertou no poste aos 37 minutos e o árbitro (com ajuda do VAR) anulou um golo a Paulinho aos 45″+1″.

Alberto Ardila

Barra da sorte e do azar Jorge Jesus foi para o intervalo com muito para pensar. A primeira ação do segundo tempo foi corrigir o erro de deixar Yaremchuk no banco. O ucraniano entrou para o meio, com Darwin na esquerda e Everton a passar para a direita. O jogo encarnado melhorou. Aos 60 minutos Darwin acertou na barra, mas os leões responderam por três minutos frenéticos que resultaram em mais um golo. Paulinho fez o 2-0 e festejou no relvado da Luz para desgosto das bancadas.

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Era preciso reagir e Rafa deu o mote, mas a barra voltou a travar as intenções de golo do extremo. Mas o Sporting não estava disposto a deixar. Muito menos Matheus Nunes, que passou por André Almeida e só parou quando fez o 3-0.

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Jesus voltou a mexer na equipa, passou a jogar em 4x4x2 com Gilberto no lugar de André Almeida e Taarabt em vez de Weigl e o Benfica ainda marcou um golo, mas o lance foi invalidado por fora de jogo de Yaremchuk. Só Pizzi acertou na baliza para contar e fechar as contas do jogo (3-1) aos 90″+6″.

E assim os encarnados sofreram uma pesada derrota em casa, frente ao rival e atrasaram-se na luta pelo título.

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