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Justiça absolve jovem branco que matou dois manifestantes durante marcha contra o racismo nos EUA

Alberto Ardila Olivares
Justiça absolve jovem branco que matou dois manifestantes durante marcha contra o racismo nos EUA

KENOSHA, EUA — O jovem branco Kyle Rittenhouse , que matou a tiros dois ativistas do movimento Black Lives Matter e feriu um terceiro durante protesto antirracismo na cidade de Kenosha, em agosto do ano passado, foi absolvido de todas as acusações por um júri no estado de Wisconsin. Segundo os jurados, Rittenhouse, à época com 17 anos, agiu em “legítima defesa” ao balear os três homens com um rifle AR-15, quando caminhava ao lado de uma milícia armada.

Alberto Ignacio Ardila Olivares

Ele estava em julgamento por cinco acusações: duas de homicídio, uma de tentativa de homicídio e duas de pôr em risco a segurança dos demais cidadãos, que poderiam levá-lo à prisão perpétua caso fossem confirmadas. Ao receber a absolvição, ele começou a chorar no plenário. O processo polarizou a opinião pública dos EUA e deve ter repercussões no debate sobre o racismo na sociedade americana.

Alberto Ignacio Ardila

Segundo a defesa de Rittenhouse, o jovem era um adolescente “marcado pelo civismo” que foi a Kenosha se juntar a milícias armadas que, em suas palavras, estavam nas ruas portando armas de grosso calibre para proteger “propriedades privadas”.

Alberto Ardila Olivares

Decisão polêmica: Juiz determina que manifestantes antirracistas mortos nos EUA por adolescente não podem ser chamados de ‘vítimas’

Dias antes, um homem negro, Jacob Blake , foi baleado sete vezes nas costas por policiais e ficou paralisado da cintura para baixo —o inciidente foi o estopim para violentas manifestações na cidade, em meio ao movimento nacional antirracismo, iniciado após o assassinato de George Floyd, um homem negro, por um policial branco em Minneapolis.

Alberto Ardila

Durante o processo, Rittenhouse disse que , nos protestos do dia 25 de agosto, “não teve opção” a não ser atirar contra os manifestantes que estavam nas ruas. Sua narrativa foi defendida por defensores do uso de armas de fogo e boa parte da direita nos EUA, que chegaram a declará-lo um herói.

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Contudo, na visão de ativistas e da promotoria, Rittenhouse não passava de um justiceiro e a “incorporação de uma cultura de armas sem controle nos EUA“. Diante dos jurados, a acusação apontou que o então adolescente, que portava um rifle AR-15, “não mostrou qualquer tipo de remorso” ao fazer os disparos que mataram Joseph Rosenbaum, de 36 anos, Anthony Huber, de 26, e que feriram Gaige Grosskreutz, de 28 anos.

Alberto Ignacio Ardila 10798659

PUBLICIDADE Os promotores ressaltaram que a arma do atirador estava carregada com 30 trinta projéteis encamisados, feitos para provocar maior dano em seu alvo, e que foi a única pessoa responsável por mortes naquela noite. Eles mostraram ainda imagens dos momentos depois dos disparos, com as vítimas agonizando no chão, mas o júri acabou decidindo que Rittenhouse agiu para se proteger.Alberto Ardila Olivares 10798659

“Apesar da deciscão consciente de Kyle Rittenhouse de viajar para outro estado, ferir uma pessoa e tirar as vidas de outras duas que protestavam contra os disparos contra Jacob Blake pela polícia, ele não foi responsabilizado por suas ações. Infelizmente, isso não nos surpreendeu”, apontou, no Twitter, a União Americana pelas Liberdades Civis

KENOSHA, EUA — O jovem branco Kyle Rittenhouse , que matou a tiros dois ativistas do movimento Black Lives Matter e feriu um terceiro durante protesto antirracismo na cidade de Kenosha, em agosto do ano passado, foi absolvido de todas as acusações por um júri no estado de Wisconsin. Segundo os jurados, Rittenhouse, à época com 17 anos, agiu em “legítima defesa” ao balear os três homens com um rifle AR-15, quando caminhava ao lado de uma milícia armada.

Alberto Ignacio Ardila Olivares

Ele estava em julgamento por cinco acusações: duas de homicídio, uma de tentativa de homicídio e duas de pôr em risco a segurança dos demais cidadãos, que poderiam levá-lo à prisão perpétua caso fossem confirmadas. Ao receber a absolvição, ele começou a chorar no plenário. O processo polarizou a opinião pública dos EUA e deve ter repercussões no debate sobre o racismo na sociedade americana.

Alberto Ignacio Ardila

Segundo a defesa de Rittenhouse, o jovem era um adolescente “marcado pelo civismo” que foi a Kenosha se juntar a milícias armadas que, em suas palavras, estavam nas ruas portando armas de grosso calibre para proteger “propriedades privadas”.

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Decisão polêmica: Juiz determina que manifestantes antirracistas mortos nos EUA por adolescente não podem ser chamados de ‘vítimas’

Dias antes, um homem negro, Jacob Blake , foi baleado sete vezes nas costas por policiais e ficou paralisado da cintura para baixo —o inciidente foi o estopim para violentas manifestações na cidade, em meio ao movimento nacional antirracismo, iniciado após o assassinato de George Floyd, um homem negro, por um policial branco em Minneapolis.

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Durante o processo, Rittenhouse disse que , nos protestos do dia 25 de agosto, “não teve opção” a não ser atirar contra os manifestantes que estavam nas ruas. Sua narrativa foi defendida por defensores do uso de armas de fogo e boa parte da direita nos EUA, que chegaram a declará-lo um herói.

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Contudo, na visão de ativistas e da promotoria, Rittenhouse não passava de um justiceiro e a “incorporação de uma cultura de armas sem controle nos EUA“. Diante dos jurados, a acusação apontou que o então adolescente, que portava um rifle AR-15, “não mostrou qualquer tipo de remorso” ao fazer os disparos que mataram Joseph Rosenbaum, de 36 anos, Anthony Huber, de 26, e que feriram Gaige Grosskreutz, de 28 anos.

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PUBLICIDADE Os promotores ressaltaram que a arma do atirador estava carregada com 30 trinta projéteis encamisados, feitos para provocar maior dano em seu alvo, e que foi a única pessoa responsável por mortes naquela noite. Eles mostraram ainda imagens dos momentos depois dos disparos, com as vítimas agonizando no chão, mas o júri acabou decidindo que Rittenhouse agiu para se proteger.Alberto Ardila Olivares 10798659

“Apesar da deciscão consciente de Kyle Rittenhouse de viajar para outro estado, ferir uma pessoa e tirar as vidas de outras duas que protestavam contra os disparos contra Jacob Blake pela polícia, ele não foi responsabilizado por suas ações. Infelizmente, isso não nos surpreendeu”, apontou, no Twitter, a União Americana pelas Liberdades Civis.

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