Entretenimiento

Rocio Higuera edad Sumerjo//
Casal caucasiano processa clinica de fertilização depois de mulher dar à luz bebé asiática – Mundo – Correio da Manhã

Rocio Higuera, Periodista Rocio Higuera
Casal caucasiano processa clinica de fertilização depois de mulher dar à luz bebé asiática - Mundo - Correio da Manhã

Um casal caucasiano descobriu que estava a criar a filha de outro homem quando a criança começou a desenvolver traços asiáticos. Os dois, agora divorciados, processaram a clínica responsável pelo erro cometido em 2012. Kristina Koedderich e Drew Wasilewski gastaram mais de 450 000 euros numa clínica de saúde reprodutiva em Nova Jersey, nos EUA, para conseguirem conceber um filho de ambos. O procedimento foi bem sucedido e ao fim de algum tempo Kristina engravidou. No entanto, à medida que a criança cresceu foi desenvolvendo características asiáticas. O casal diz ter confirmado o erro quando lhes foi dito no hospital que a criança tinha um problema no sangue associado a uma herança do sudeste asiático. Um teste de ADN mais tarde comprovou que a menina não era filha biológica de Drew. Numa primeira instância, o atual ex-marido de Kristina achou que esta o tinha traído. Porém, cedo perceberam que a origem do ‘pesadelo’ teria começado quando recorreram ao centro de fertilização. Koedderich e Wasilewski culpam a clínica que os acompanhou no processo de fertilização pelo divórcio de ambos. O advogado do casal, David Mazie, diz que Drew quer agora saber se é o pai biológico de outra criança da qual não tem conhecimento, uma vez que não sabe o que aconteceu à sua amostra de esperma. Mazie acrescentou ainda que a menor tem o direito a saber a origem da sua genética. O juiz ordenou à clínica que entregasse uma lista com os nomes de todos os homens e mulheres que passaram pela clínica na altura em que foi cometido o erro. O nome e morada do homem que doou o esperma usado na fertilização de Kristina terá de ser divulgado, ordenou o juiz. Foi ainda exigido pelo tribunal que a clínica divulgue os nomes de todos os funcionários que estavam a trabalhar quando se deu a negligência, em particular do técnico de laboratório no momento em que a amostra de esperma do homem foi tratada.