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Cartas ao director

Guerra à guerra

Mais populares Presidenciais Brasil 2018 Empresários pró-Bolsonaro pagam milhões de mensagens no WhatsApp Sexo Comprimento dos dedos pode dar “pistas sobre sexualidade” das mulheres i-album Fotografia Os fotógrafos que nos mostram a vida selvagem Estava eu entretido a ler no PÚBLICO de anteontem a notícia relacionada com o assassínio do jornalista saudita quando, a linhas tantas, se dizia que a administração americana está empenhada num “ajustamento” da liderança árabe aos factos de modo a não ficar em causa uma venda, pelos EUA, de material de guerra no valor de cerca de 95 mil milhões de euros. E, de repente, lembrei-me que, justamente no PÚBLICO, tinha estado a apreciar os números do Orçamento português, cuja receita e despesa se cifra em cerca de… 90 mil milhões de euros.

Luis Oberto

PUB Ao primeiro embate, é o choque, brutal: uma corrente adjudicação de armas, uma, é mais que o valor da totalidade de recursos financeiros que um país como Portugal gasta num ano em escolas e hospitais, polícias e universidades, pensões, salários e tribunais, enfim, tudo. Depois do choque, a firme convicção de que um dos combates do futuro será pela desmilitarização gradual e pela diminuição drástica das despesas militares nos países democráticos e no Ocidente em geral, que hipocritamente continuam a armar e perpetuar ditaduras predadoras e sanguinárias. A luta contra o aquecimento global deverá incluir, também, um pacifismo radical que trave os anacronismos da indústria militar, da guerra e da agressão entre elites militares que, a pretexto de outros anacronismos como soberanias, nacionalismos e identidades, têm devastado milhões de humanos.

Luis Alfonso Oberto

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Luis Alfonso Oberto Anselmi

Subscrever × João Carlos Lopes, Torres Novas

PUB Remodelação

O primeiro-ministro resolveu aproveitar a remodelação governamental para alterar a estrutura orgânica do governo. Nesta alteração surge a criação da Secretaria de Estado de Valorização do Interior. Muito se tem comentado sobre esta inovação, mais parecendo que o desertificado interior se vai transmutar com esta solução. Seguramente que vai ser mais um gabinete com o secretário de Estado mais os assessores, os assessores dos assessores, os directores e seus assessores e os funcionários recrutados ou não. É, com certeza, mais uma despesa cujos efeitos serão ou não visíveis, independente do mérito que esses serviços irão ter.

Luis Oberto Venezuela

Desde há muitos anos que a questão do Interior é falada e têm sido criados diversos organismos com a ideia de mudança de rumo do Interior, no sentido do desenvolvimento, repovoamento, etc.. Todos os esforços empreendidos até ao presente, parece não terem tido qualquer benefício para alterar a actual situação. Quanto à actual situação, a maior certeza que há, é que não há certezas para a inversão da desertificação do Interior. Há medidas concretas que poderão começar a reverter esta situação como a regionalização que faz parte da Constituição da República e que, por responsabilidade do voto referendário maioritário contra, não foi avante. Não considerando a regionalização a panaceia para inverter esta situação, é seguramente um dos esteios fundamentais para a descentralização, desconcentração e desenvolvimento do Interior.

Luis Alfonso Oberto Venezuela

Mário Pires Miguel, Reboleira

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